quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Professor da Unicamp destrói manipulação da Folha de S.Paulo sobre o SUS

Mais um exemplo de manipulação da mídia....

Professor da Unicamp destrói manipulação da Folha de S.Paulo sobre o SUS


O professor Eduardo Fagnani, da Instituto de Economia da Unicamp, ao ver a manchete da primeira página da Folha (9/12/13), ficou intrigado, resolveu pesquisar o assunto e constatou a manipulação da informação publicada pelo jornal. Suas observações viraram um texto do site GGN.
Eduardo Fagnani
Eduardo Fagnani
Para o professor, a manchete não deixou margem à dúvida: “Ineficiência marca gestão do SUS, diz Banco Mundial”. A matéria destaca que essa é “uma das conclusões de relatório inédito obtido com exclusividade pela Folha”, aos desavisados a mensagem subliminar é clara: o SUS é um fracasso e o Ministro da Saúde, incompetente.
Veja o texto completo do professor:
A curta matéria da suposta avaliação do Banco Mundial sobre vinte anos do SUS é atravessada de “informações” sobre desorganização crônica, financiamento insu ficiente, deficiências estruturais, falta de racionalidade do gasto, baixa eficiência da rede hospitalar, subutilização de leitos e salas cirúrgicas, taxa média de ocupação reduzida, superlotação de hospitais de referência, internações que poderiam ser feitas em ambulatórios, falta de investimentos em capacitação, criação de protocolos e regulação de demanda, entre outras.
Desconfiado, entrei no site do Banco Mundial e consegui acesso ao “inédito” documento “exclusivo”**. Para meu espanto, consultando as conclusões da síntese (Overview), deparei-me com a seguinte passagem que sintetiza as conclusões do documento (página 10):
“Nos últimos 20 anos, o Brasil tem obtido melhorias impressionantes nas condições de saúde, com reduções dramáticas mortalidade infantil e o aumento na expectativa de vida. Igualmente importante, as disparidades geográficas e socioeconômicas tornaram-se muito menos pronunciadas. Existem boas razões para se acreditar que o SUS teve importante papel nessas mudanças. A rápida expansão da atenção básica contribuíu para a mudança nos padrões de utilização dos serviços de saúde com uma participação crescente de atendimentos que ocorrem nos centros de saúde e em outras instalações de cuidados primários. Houve também um crescimento global na utilização de serviços de saúde e uma redução na proporção de famílias que tinham problemas de acesso aos cuidados de saúde por razões financeiras. Em suma, as reformas do SUS têm alcançado pelo menos parcialmente as metas de acesso universal e equitativo aos cuidados de saúde (tradução rápida do autor).
Após ler essa passagem tive dúvidas se havia lido o mesmo documento obtido pela jornalista. Fiz novos testes e cheguei à conclusão que sim. Constatado que estava no rumo certo continuei a ler a avaliação do Banco Mundial e percebí que as críticas são apontadas como “desafios a serem enfrentados no futuro”, visando o aperfeiçoamento do SUS.
Nesse caso, o órgão privilegia cinco pontos, a saber: ampliar o acesso aos cuidados de saúde; melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços de saúde; redefinir os papéis e relações entre os diferentes níveis de governo; elevar o nível e a eficácia dos gastos do governo; e, melhorar os mecanismos de informações e monitoramento para o “apoio contínuo da reforma do sistema de saúde” brasileiro.
O Banco Mundial tem razão sobre os desafios futuros, mas acrescenta pouco ao que os especialistas brasileiros têm dito nas últimas décadas. Não obstante, é paradoxal que esses pontos críticos ainda são, de fato, críticos, em grande medida, pela ferrenha oposição que o Banco Mundial sempre fez ao SUS, desde a sua criação em 1988: o sistema universal brasileiro estava na contramão do “Consenso de Washington” e do modelo dos “três pilares” recomendado pelo órgão aos países subdesenvolvidos.*** É preciso advertir aos leitores jovens que, desde o final dos anos de 1980, Banco Mundial sempre foi prejudicial à saúde brasileira.
É uma pena que o debate sobre temas nacionais relevantes – como o sistema público de saúde, por exemplo – seja interditado pela desinformação movida pelo antagonismo das posições políticas, muitas vezes travestido de ódio, que perpassa a sociedade, incluindo a mídia.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Prova de Reavaliação Hoje


Pessoal, como acertado na semana passada:

Hoje, 03/12/13 = Reavaliação
Terça, 10/12/13 = Final

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sobre a Prova AB1 (15/10/13)


Só para deixar claro, o "feriado" do dia 15 de outubro foi transferido para a segunda-feira, 14. Sendo assim, TEREMOS AULA NORMAL NA TERÇA, 15.


1ª Avaliação de Aprendizagem

ATENÇÃO: Seguem, logo abaixo, as questões que serão apresentadas na avaliação presencial
da disciplina Sociologia da Comunicação em 15 de outubro de 2013. Tais questões servem como
orientação para um estudo focado e direcionado. Você não deverá trazer estas questões
respondidas ou consultar suas respostas durante a avaliação. Você receberá as mesmas
questões e deverá respondê-las em sala de aula.

.
1.       Quais as principais características da chamada Teoria Hipodérmica?
2.       Em que consiste a  abordagem do Two-Step Flow of Communication Process ?
3.       Quais são os principais elementos envolvidos no estudo da comunicação segundo H. Lasswell no seu texto “A estrutura e a função da comunicação na sociedade”?
4.       Quais são os efeitos da Comunicação de Massa levantados por J. Klapper em seu artigo homônimo?
5.       Quais as problemáticas apresentadas por Blumer e Habermas acerca da “Opinião Pública”? Em que elas concordam e em que elas discordam?
6.       Apresente a classificação de Dwight Macdonald acerca dos Níveis de Cultura. Explique cada um deles.
7.       Quais são os padrões de manipulação da informação jornalística? Descreva cada um deles.
8.       Quais são as “Doutrinas da Comunicação” idealizadas por Abraham Moles?  
9.       Quais os argumentos  apresentados por Sidney Ferreira Leite ao tentar responder a seguinte questão: “O Cinema Manipula a Realidade?”

 Por favor, não faltem. A prova de Reavaliação é b-e-m m-a-i-s difícil....

terça-feira, 8 de outubro de 2013

"Muito Além do Cidadão Kane".

Pessoal,
O Vídeo que falei pra vocês [descrito no plano de ensino] é o "Muito Além do Cidadão Kane".


Se precisarem há no YouTube.Com postagens menores repartidas em 3 ou 4 partes. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Hoje, aula normal!

Só pra confirmar: hoje, 24-09, aula normal. Devem ser apresentados os seminários que estavam previstos para 17-09, e os do dia 24 para a semana seguinte, assim como os demais. Até mais tarde!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nesta terça-feira, 17-09, não teremos aula....

Pessoal,

Devido a um imprevisto não teremos aula nesta terça-feira, 17 de setembro.
As atividades previstas (seminários) deste dia, ficam para a próxima aula em 24 de setembro, empurrando os demais seminários em uma semana.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

sábado, 10 de agosto de 2013

Resultados da Oficina de Histórias em Quadrinhos

Aqui venho com mais uma notícia sobre a Produção em Quadrinhos!
 
No dia 31 de julho de 2013, ocorreu no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas, a entrega e apresentação dos trabalhos referentes a Oficina de HQ, ministrada pelo professor Amaro Braga.
 
Exemplo do miolo dos quadrinhos produzidos pela turma da Oficina de Quadrinhos - UFAL
Exemplo do miolo dos quadrinhos produzidos pela turma da Oficina de Quadrinhos – UFAL
 
A proposta entregue aos alunos se referia à produção de análise de uma obra em arte sequencial já existente e produzir sua própria história em quadrinhos (ainda que fosse em uma sequência curta de quadros). Foi surpreendente o número de trabalhos recebidos como produção em arte sequencial:
Quadrinhos Independentes produzidos pela turma da Oficina de Quadrinhos do curso de Extensão - UFAL
Quadrinhos Independentes produzidos pela turma da Oficina de Quadrinhos do curso de Extensão – UFAL
 
1 – Ghost World (Mundo Fantasma) de Daniel Clowes – apresentado por Laís Falcão de Almeida;
Trata de uma análise sobre a obra do Sr. Clowes ao estilo Graphic Novel, original em inglês, lançada pela editora Fantagraphics. A obra conta a estória de Enid e Rebecca, duas adolescentes que se veem diante da problemática do amadurecimento até a vida adulta. O título da obra é destacado em diversos easter eggs durante a produção visual das páginas, retratado em placas, riscos do concreto, entre outros. Ghost World chegou até a receber uma versão produzida em DVD com o subtítulo “Aprendendo a Viver” e fabricações de bonecas das protagonistas.
2 – A Imaginária Vida de Anne #01 – por Tatiane Gomes e Anderson R. Braz;
A obra é original da Tatiane e do Anderson. Produção interessante que retrata o estopim artístico de uma personagem diante de um quadro de depressão e tão aclamado “bloqueio artístico”. A arte é simples, mas ainda assim trabalha com elementos básicos de transição, enfatizando a mudança de idade e a irrelevância de tal ponto diante do processo criativo para produção de uma obra.
3 – Heroes – O Retorno dos Super Heróis – por Juliana Cavalcanti, Fernanda Ferreira, Adriana Lucena, Lyara Clara, Larissa Góes, Luane Eleutério, Patrick Rocha e Nicollas Emídio;
O trabalho consiste em um acervo de análises sobre diversas produções em arte sequencial. Entre elas, temos uma crítica de Patrick Rocha sobre a ideologia presente na construção de um super-herói. Em seguida, Lyara Clara continua com uma comparação entre a existência de super-heróis em Comics e sua transição para o cinema. Fernanda Ferreira fez uma análise da produção nacional em relação à construção de super-heróis, como é o caso do quadrinista Fábio Yabu e seu trabalho com “Combo Rangers” e a animação infantil “Princesas do Mar”. Adriana Lucena, por sua vez, contribuiu para a obra com uma resenha sobre o “Homem de Aço”, uma produção cinematográfica sobre um super-herói de Comic. Larissa Góes também construiu uma resenha, porém sobre o “O Homem de Ferro 3″, obra do cinema lançada esse ano (2013).
4 – Conversão – por Amom Nunes, Dayane Freitas, Rafaela Melo e Suyane Meneses.
Essa obra abrange análises de conversões dos super-heróis dos Comics em obras cinematográficas contemporâneas, considerando-se a interferência do mercado e da demanda dos fãs dos quadrinhos para produção de uma linha de produtos secundários, como jogos, brinquedos e outros artigos de consumo. O trabalho abrange os dois pontos de vista correlacionados a produção dos comics, tanto como a visão de marketing de detrimento da propaganda dos produtos desenvolvidos com base na estória original, como o ponto de vista de um fã convencional e consumidor de base desse tipo de produto.
5 – #MCZ Nas Ruas – por Bárbara Isis e Iracyane Mota;
Um acervo de registros fotográficos e datados dos recentes movimentos em prol dos direitos populares em relação à educação, saúde e segurança de qualidade no país. A ênfase concedida nesse projeto é ao estado de Alagoas, registrando sua participação durante os protestos que ocorreram em todo o país, durante os períodos de junho e junho deste ano (2013).
6 – Brasil – por Beatriz Falcão, Laís Falcão, Leopoldo Júnior e Kaio Joan;
Com uma abordagem semelhante à da obra acima, Brasil, por sua vez, demonstra as atividades por reivindicações dos manifestantes em arte sequencial produzida tradicionalmente. Alguns quadrinhos até remetem a algumas tirinhas de mídias sociais frequentemente utilizadas, a exemplo do próprio facebook.
7 – Ao dia do Rock – por Thamirys Nunes e Gustavo Sieg / Edição final: Mariana Sarmento;
Fanzine criado em homenagem aos ícones e à própria história do rock. É recheada de quadrinhos sobre o tema com analogias divertidas ao seguimento musical. Há inclusive pequenos registros dentro da obra, separando os períodos de desenvolvimento do estilo musical em décadas.
8 – A Mulher da Capa Preta – Conto de Bruna Ugá;
Quadrinhos que contam uma versão original do conto local da Mulher da Capa Preta – uma lenda urbana sobre uma mulher que anda com um véu negro e esporadicamente surge entre os cemitérios das cidades do estado de Alagoas. A obra contem também um traçado simples, mas o material é de uma rica construção e diagramação, tornando a leitura agradável, sucinta e eloquente de modo a aproximar o leitor com o drama da protagonista.
  • Produção Extra de Quadrinho de Bolso
Exemplo de Quadrinho Modelado - #MCZ Nas Ruas - UFAL
Exemplo de Quadrinho Modelado – #MCZ Nas Ruas – UFAL
 
Algo inusitado entre os trabalhos entregues na Oficina de Quadrinhos foi um modelo pequeno e dobrável em que o artista resolveu recortar uma folha de tamanho comercial (Modelo A4) em seu miolo e fazer um efeito de dobraduras, proporcionando a uma única folha o efeito de uma sequência de pequenas páginas de um estilo de arte sequencial. Esse tipo de iniciativa merece destaque não apenas pela economia do produto, mas principalmente pela criatividade associada a praticidade da execução do projeto. Acompanhe o passo-a-passo segundo a numeração das etapas de dobradura e corte.
 


Reproduzindo do blog: Studio Pau Brasil

terça-feira, 9 de julho de 2013

Prova Sociologia da Comunicação



1. Em que consiste o conceito de Indústria Cultural? Quais são os principais pensadores envolvidos com a chamada Teoria Crítica e as particularidades de suas ideias relacionadas com a crítica sobre os veículos de comunicação de massa?

2. Em que consiste o conceito de Cultura McWorld desenvolvido por Benjamim Barber? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.

3. Em que consiste o conceito de Kistch desenvolvido por Abraham Moles? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.

4. Em que consiste o conceito de Hiperrealidade desenvolvido por Jean Baudrillard? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

"Amor por Contrato" satiriza o consumismo


Amor por Contrato9 fotos

2 / 9
A família Jones faz de tudo para parecer perfeita - seu sucesso depende das aparências. "Amor por Contrato" estreia dia 24 de dezembro Leia mais Divulgação
Pensou numa família perfeita? Os Jones, é claro. Gente bonita, elegante, educada, sempre vestida impecavelmente, dirigindo os melhores carros, morando numa mansão decorada com tudo do bom e melhor. Ninguém consegue ser melhor do que eles. Essa é mesmo a ideia por trás dos protagonistas da comédia dramática "Amor por Contrato", que tem como destaques do elenco Demi Moore e David Duchovn.
Tudo é tão perfeito só por um motivo -- os Jones não são uma família de verdade. Foram escolhidos a dedo para compor uma unidade familiar, que se instala numa vizinhança bem de vida (neste caso, um rendimento anual de pelo menos 100 mil dólares). O objetivo é um só - os Jones são vendedores profissionais, que alavancam a venda dos produtos mais caros e chiques entre os vizinhos. A boa vida deles vem daí, porque eles ganham para isso.
A atual composição da falsa família é Kate (Demi Moore), que é a chefe da unidade; Steve (David Duchovny), ex-vendedor de carros recém-contratado; e os "filhos", Jenn (Amber Head) e Mick (Ben Hollingsworth). Eles são o sonho de consumo de qualquer um -- não só pela aparência impecável como pela gentileza com que se tratam 24 horas por dia. Alguém devia desconfiar de alguma coisa.

TRAILER DO FILME "AMOR POR CONTRATO"

Mas não desconfia. A vida dos Jones é o objeto do desejo de nove entre dez de todas as pessoas que os rodeiam. Todo mundo quer ser como eles e ter o que eles têm. Ninguém vê que, entre quatro paredes, eles discutem suas metas e se evitam nos dias de folga. Muito menos que um casal aparentemente tão apaixonado quanto Kate e Steve dorme em quartos separados. Com todo conforto, é claro, porque eles são os primeiros a testar os artigos que vendem. E, como prêmio de desempenho, até ganham coisas fora do alcance dos comuns mortais, como um carro esporte último tipo.
Como tudo que parece perfeito não é, este modo de vida tem alguns senões. Quem faz parte da empreitada não tem direito à expressão dos próprios sentimentos. Assim, a vida amorosa fica prejudicada. Steve, por exemplo, tem uma queda por Kate -- mas ela dá chance? Os dois mais jovens, Jenn e Mick, se arriscam mais, porque procuram satisfação fora de "casa" -- o que traz o risco de a máscara cair.
Até onde um teatro desses pode ir? Há também o problema ético - um casal de vizinhos, Larry (Gary Cole) e Summer (Glenne Headly), é o mais entusiasta da competição para ter tudo o que os Jones têm. Mas eles vivem no mundo real, em que a crise econômica bate à parte e o endividamento tem limites e consequências não raro desastrosas.
Se explorasse melhor estas contradições, o filme de Derrick Borte, que tem um passado na publicidade, poderia render muito mais. Até do ponto de vista do humor. Se não vai muito longe, a culpa é particularmente do roteiro (do próprio Borte, a partir de um argumento de Randy T. Dinzler) e da direção, pouco inspirada, e que se contenta com colocar o bom elenco em pouco mais do que no piloto automático.
A competitividade insana e a ilusão de uma vida familiar perfeita dentro do consumismo já renderam, aliás, retratos bem mais aguçados -- como o inesquecível "Edward Mãos de Tesoura" (1990), de Tim Burton, e até o recente "Mulheres Perfeitas" (2004), de Frank Oz, para ficar em poucos exemplos.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

versão original: http://cinema.uol.com.br/noticias/reuters/2010/12/23/amor-por-contrato-satiriza-o-consumismo.htm 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

é Amanhã!!!

Pessoal, só para lembrar:
nossa prova é amanhã!










Não se esqueçam de trazer a primeira versão dos artigos impressos.

sábado, 18 de maio de 2013

PROVA AB1


Segue o adiantamento das questões da primeira avaliação.

Para baixar as questões, clique aqui.

Caso vocês tenham emails de turma, peço a gentileza do primeiro que baixar enviar para o e-mail da turma, para facilitar o acesso.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Novas Datas para a Turma da Noite

Segue o cronograma para as apresentações da turma da Noite.

Lista dos Seminários

Nº do Seminário
Texto de Apresentação
Data
Tempo de apresentação

  1.  
RILEY JR, J.; RILEY, M. A comunicação de massa e o sistema social. pp. 118 a 154 In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977.
Erick, silas e Juliana
11/06/13
30 min.

  1.  
KATZ, E. O Estudo da comunicação e a imagem da sociedade, p..155 a 161 In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977.
Walesca, Monny,Delanisson
11/06/13

  1.  
MOLES, Abraham. Doutrinas sobre a comunicação de massa. P.83-116. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011. Jessica, Gerson e Victor
11/06/13

  1.  
LASSWELL, H. D. A estrutura e a função da comunicação na Sociedade. pp. 105 a 117 In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977. Isis, Daniele e David
11/06/13

  1.  
KLAPPER, J. T. Os Efeitos da Comunicação de massa, pp. 162 a 176 In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977 Nielma, Fernando e Gustavo
11/06/13

  1.  Ok, Realizado
BLUMER, H.  A massa, o público e a opinião pública, p..177 a 186; In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977
Ana Gabriela, Naiane Farias e Leilane Oliveira
14/05/13

  1.  
MERTON, R. K., LAZARSFELD, P. F. Comunicação de Massa, gosto popular e a organização Social. P.117-148. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011.
Jessica Oliveira, Marcio Calazans e Luan Celi.
04/06/13

  1.  
HORKHEIMER, Max. ADORNO, T. A indústria cultural: o iluminismo como mistificação das massas. P 179-238. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011.
Jessica, Amanda e Mariana
18/06/13

  1.  
POLYDORO, Felipe da Silva. Hiper-Realidade Versus Sedução: o paradoxo do Big Brother Brasil. Intexto, Porto Alegre: UFRGS, v. 1, n. 24, p. 223-237, janeiro/junho 2011. Disponível em: < http://seer.ufrgs.br/intexto/article/download/19826/12366>. Renalvo, Jamerson, Eloá
25/06/13

  1.  
MARTIN_BARBERO, Jesus. Dos meios às mediações: Comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003. P. 225-269.Milena Camila, Deisiane Carla e Mara Juliana 
02/07/13


Lista dos Vídeos

Nº do Vídeo
Texto de Referência
Data
Tempo de apresentação

  1.  
BORDEN, N. Os Efeitos Econômicos da Propaganda. pp. 201 a 204 + BARAN, P. ; SWEEZY, P. Teses sobre a propaganda, p..205 a 214. In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977. Nielma, Fernando e Gustavo
11/06/13
Entre 5 e 10 min.

  1.  
LEITE, Sidney Ferreira. O Cinema Manipula a Realidade?  São Paulo: Paulus, 2003. P.05-90. Jessica Oliveira, Marcio Calazans e Luan Celi.
11/06/13

  1.  Ok, Realizado
HABERMAS, J. Comunicação, opinião e Poder; p.187-200. In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977. Ana Gabriela, Naiane Farias e Leilane Oliveira
14/05/13

  1.  
MERTON, R. K., LAZARSFELD, P. F. Comunicação de Massa, gosto popular e a organização Social. P.117-148. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011. Jessica, Gerson e Victor
04/06/13

  1.  
BENJAMIM, Walter.  A obra de Arte na Época de sua reprodutibilidade Técnica.p.239-284. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011. Renalvo, Jamerson, Eloá 
11/06/13

  1.  
ADORNO, T. A Indústria Cultural. P.287-295. In COHN, G. Comunicação e indústria cultural. SP: Companhia Editora Nacional, 1977 Isis, Daniele e David
18/06/13

  1.  
BARTHES, R. A mensagem fotográfica. P. 351-368. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011. Walesca, Monny,Delanisson
25/06/13

  1.  
BAUDRILLARD, A significação da Publicidade. P. 317-328. In LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa (org.). São Paulo: Paz e Terra, 2011.  Erick, silas e Juliana
25/06/13

  1.  
MOLES, Abraham. O Kitsch. São Paulo: Perspectiva, 1975. Jessica, Amanda e Mariana
02/07/13

  1.  
CANCLINI, Nestro Garcia. Do público ao privado: a americanização dos espectadores. In CANCLINI, Nestro Garcia. Consumidores e Cidadãos: conflitos multiculturais da Globalização. 8ª ed., Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2010. P. 157-176.  Milena Camila, Deisiane Carla e Mara Juliana
02/07/13