terça-feira, 24 de setembro de 2013
Hoje, aula normal!
Só pra confirmar: hoje, 24-09, aula normal. Devem ser apresentados os seminários que estavam previstos para 17-09, e os do dia 24 para a semana seguinte, assim como os demais. Até mais tarde!
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Nesta terça-feira, 17-09, não teremos aula....
Pessoal,
Devido a um imprevisto não teremos aula nesta terça-feira, 17 de setembro.
As atividades previstas (seminários) deste dia, ficam para a próxima aula em 24 de setembro, empurrando os demais seminários em uma semana.
Devido a um imprevisto não teremos aula nesta terça-feira, 17 de setembro.
As atividades previstas (seminários) deste dia, ficam para a próxima aula em 24 de setembro, empurrando os demais seminários em uma semana.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Plano de Ensino
Clique aqui para baixar o plano de aula de Sociologia da Comunicação = turma 2013.2 Noite.
sábado, 10 de agosto de 2013
Resultados da Oficina de Histórias em Quadrinhos
Aqui venho com mais uma notícia sobre a Produção em Quadrinhos!
Reproduzindo do blog: Studio Pau Brasil
No dia 31 de julho de 2013, ocorreu no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas, a entrega e apresentação dos trabalhos referentes a Oficina de HQ, ministrada pelo professor Amaro Braga.
A proposta entregue aos alunos se referia à produção de análise de uma obra em arte sequencial já existente e produzir sua própria história em quadrinhos (ainda que fosse em uma sequência curta de quadros). Foi surpreendente o número de trabalhos recebidos como produção em arte sequencial:
1 – Ghost World (Mundo Fantasma) de Daniel Clowes – apresentado por Laís Falcão de Almeida;
Trata de uma análise sobre a obra do Sr. Clowes ao estilo Graphic Novel, original em inglês, lançada pela editora Fantagraphics. A obra conta a estória de Enid e Rebecca, duas adolescentes que se veem diante da problemática do amadurecimento até a vida adulta. O título da obra é destacado em diversos easter eggs durante a produção visual das páginas, retratado em placas, riscos do concreto, entre outros. Ghost World chegou até a receber uma versão produzida em DVD com o subtítulo “Aprendendo a Viver” e fabricações de bonecas das protagonistas.
2 – A Imaginária Vida de Anne #01 – por Tatiane Gomes e Anderson R. Braz;
A obra é original da Tatiane e do Anderson. Produção interessante que retrata o estopim artístico de uma personagem diante de um quadro de depressão e tão aclamado “bloqueio artístico”. A arte é simples, mas ainda assim trabalha com elementos básicos de transição, enfatizando a mudança de idade e a irrelevância de tal ponto diante do processo criativo para produção de uma obra.
3 – Heroes – O Retorno dos Super Heróis – por Juliana Cavalcanti, Fernanda Ferreira, Adriana Lucena, Lyara Clara, Larissa Góes, Luane Eleutério, Patrick Rocha e Nicollas Emídio;
O trabalho consiste em um acervo de análises sobre diversas produções em arte sequencial. Entre elas, temos uma crítica de Patrick Rocha sobre a ideologia presente na construção de um super-herói. Em seguida, Lyara Clara continua com uma comparação entre a existência de super-heróis em Comics e sua transição para o cinema. Fernanda Ferreira fez uma análise da produção nacional em relação à construção de super-heróis, como é o caso do quadrinista Fábio Yabu e seu trabalho com “Combo Rangers” e a animação infantil “Princesas do Mar”. Adriana Lucena, por sua vez, contribuiu para a obra com uma resenha sobre o “Homem de Aço”, uma produção cinematográfica sobre um super-herói de Comic. Larissa Góes também construiu uma resenha, porém sobre o “O Homem de Ferro 3″, obra do cinema lançada esse ano (2013).
4 – Conversão – por Amom Nunes, Dayane Freitas, Rafaela Melo e Suyane Meneses.
Essa obra abrange análises de conversões dos super-heróis dos Comics em obras cinematográficas contemporâneas, considerando-se a interferência do mercado e da demanda dos fãs dos quadrinhos para produção de uma linha de produtos secundários, como jogos, brinquedos e outros artigos de consumo. O trabalho abrange os dois pontos de vista correlacionados a produção dos comics, tanto como a visão de marketing de detrimento da propaganda dos produtos desenvolvidos com base na estória original, como o ponto de vista de um fã convencional e consumidor de base desse tipo de produto.
5 – #MCZ Nas Ruas – por Bárbara Isis e Iracyane Mota;
Um acervo de registros fotográficos e datados dos recentes movimentos em prol dos direitos populares em relação à educação, saúde e segurança de qualidade no país. A ênfase concedida nesse projeto é ao estado de Alagoas, registrando sua participação durante os protestos que ocorreram em todo o país, durante os períodos de junho e junho deste ano (2013).
6 – Brasil – por Beatriz Falcão, Laís Falcão, Leopoldo Júnior e Kaio Joan;
Com uma abordagem semelhante à da obra acima, Brasil, por sua vez, demonstra as atividades por reivindicações dos manifestantes em arte sequencial produzida tradicionalmente. Alguns quadrinhos até remetem a algumas tirinhas de mídias sociais frequentemente utilizadas, a exemplo do próprio facebook.
7 – Ao dia do Rock – por Thamirys Nunes e Gustavo Sieg / Edição final: Mariana Sarmento;
Fanzine criado em homenagem aos ícones e à própria história do rock. É recheada de quadrinhos sobre o tema com analogias divertidas ao seguimento musical. Há inclusive pequenos registros dentro da obra, separando os períodos de desenvolvimento do estilo musical em décadas.
8 – A Mulher da Capa Preta – Conto de Bruna Ugá;
Quadrinhos que contam uma versão original do conto local da Mulher da Capa Preta – uma lenda urbana sobre uma mulher que anda com um véu negro e esporadicamente surge entre os cemitérios das cidades do estado de Alagoas. A obra contem também um traçado simples, mas o material é de uma rica construção e diagramação, tornando a leitura agradável, sucinta e eloquente de modo a aproximar o leitor com o drama da protagonista.
- Produção Extra de Quadrinho de Bolso
Algo inusitado entre os trabalhos entregues na Oficina de Quadrinhos foi um modelo pequeno e dobrável em que o artista resolveu recortar uma folha de tamanho comercial (Modelo A4) em seu miolo e fazer um efeito de dobraduras, proporcionando a uma única folha o efeito de uma sequência de pequenas páginas de um estilo de arte sequencial. Esse tipo de iniciativa merece destaque não apenas pela economia do produto, mas principalmente pela criatividade associada a praticidade da execução do projeto. Acompanhe o passo-a-passo segundo a numeração das etapas de dobradura e corte.
Reproduzindo do blog: Studio Pau Brasil
terça-feira, 9 de julho de 2013
Prova Sociologia da Comunicação
1. Em que consiste o conceito de Indústria Cultural? Quais são os principais pensadores envolvidos com a chamada Teoria Crítica e as particularidades de suas ideias relacionadas com a crítica sobre os veículos de comunicação de massa?
2. Em que consiste o conceito de Cultura McWorld desenvolvido por Benjamim Barber? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.
3. Em que consiste o conceito de Kistch desenvolvido por Abraham Moles? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.
4. Em que consiste o conceito de Hiperrealidade desenvolvido por Jean Baudrillard? Quais suas principais carecterísticas? Como esta noção se relaciona com os produtos da cultura de massa? Dê exemplos.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
"Amor por Contrato" satiriza o consumismo
A
família Jones faz de tudo para parecer perfeita - seu sucesso depende
das aparências. "Amor por Contrato" estreia dia 24 de dezembro Leia mais Divulgação
SAIBA MAIS
A atual composição da falsa família é Kate (Demi Moore), que é a chefe da unidade; Steve (David Duchovny), ex-vendedor de carros recém-contratado; e os "filhos", Jenn (Amber Head) e Mick (Ben Hollingsworth). Eles são o sonho de consumo de qualquer um -- não só pela aparência impecável como pela gentileza com que se tratam 24 horas por dia. Alguém devia desconfiar de alguma coisa.
TRAILER DO FILME "AMOR POR CONTRATO"
Como tudo que parece perfeito não é, este modo de vida tem alguns senões. Quem faz parte da empreitada não tem direito à expressão dos próprios sentimentos. Assim, a vida amorosa fica prejudicada. Steve, por exemplo, tem uma queda por Kate -- mas ela dá chance? Os dois mais jovens, Jenn e Mick, se arriscam mais, porque procuram satisfação fora de "casa" -- o que traz o risco de a máscara cair.
Até onde um teatro desses pode ir? Há também o problema ético - um casal de vizinhos, Larry (Gary Cole) e Summer (Glenne Headly), é o mais entusiasta da competição para ter tudo o que os Jones têm. Mas eles vivem no mundo real, em que a crise econômica bate à parte e o endividamento tem limites e consequências não raro desastrosas.
Se explorasse melhor estas contradições, o filme de Derrick Borte, que tem um passado na publicidade, poderia render muito mais. Até do ponto de vista do humor. Se não vai muito longe, a culpa é particularmente do roteiro (do próprio Borte, a partir de um argumento de Randy T. Dinzler) e da direção, pouco inspirada, e que se contenta com colocar o bom elenco em pouco mais do que no piloto automático.
A competitividade insana e a ilusão de uma vida familiar perfeita dentro do consumismo já renderam, aliás, retratos bem mais aguçados -- como o inesquecível "Edward Mãos de Tesoura" (1990), de Tim Burton, e até o recente "Mulheres Perfeitas" (2004), de Frank Oz, para ficar em poucos exemplos.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
versão original: http://cinema.uol.com.br/noticias/reuters/2010/12/23/amor-por-contrato-satiriza-o-consumismo.htm
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